segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

DICIONÁRIO IMAGINÁRIO

Definições dos alunos para algumas palavrinhas:


Lua - guarda-costas da Terra, amarelo e redondo; uma luz no céu que lembra Amor; candeeiro que acende de noite mas não tem luz própria

Almofada - coisa muito difícil de deixar só; galinha depenada dentro dum pano

Onda - coisa radical destruidora; mini sunami; mar que está a dançar; monstro de água; é feita quando uma baleia salta

Pássaro - bola de pelo com um bico; borboleta com bico e patas

Televisor - coisa secante; objeto estranho

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Amor

No Dia de S. Valentim construímos acrósticos com a palavra AMOR

A -acarinhar
M - mimos
O - olhar por alguém
R - receber beijos
Catarina Carvalho

A- arco aos corações
M - mandar prendas
O - orgulho pelas pessoas
R - respeitar as pessoas que gostamos
Miguel Quintos

A - amizade
M - mandar prendas
O - organizar um jantar
R - receber abraços
Miguel Ângelo

A - amor
M - mandar cartas de amor
O - oferecer coisas
R - receber abraços
Diogo Bento

A - amizade
M - Maria está muito feliz
O - o meu coração está feliz
R - rir de felicidade

Raquel

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Escrita Criativa











Escrita criativa

Somos muito criativos e demonstrámo-lo mais uma vez.









Que cão tão fixe!

Era uma vez uma menina chamada Sara.
A Sara era uma menina que tinha 6 anos. Era alta, com o cabelo castanho claro, os olhos azuis, não era gorda nem magra, inteligente, amiga, tímida, às vezes chata!
- Mãe quero um cãozinho! – disse a Sara
- Porquê Sara ? Porquê um cão?
-É que... mãe eu quero um cão especial, um cão diferente de todos os outros, um cão só para mim.
-Está bem .-disse a mãe da Sara.
Então lá foram à loja de animais, com a Sara, muito, muito excitada, e muito alegre.
-Ora muito bom dia, minhas senhoritas, o que querem? -disse o senhor da loja dos animais.
-Eu quero um cão muito especial! –disse Sara.
-Oh! Que pena já vendi todos, mas não fiques triste para a semana chegam mais e alguns são bebés.
-Ok. –disse a Sara , muito triste e desiludida.
Uma semana mais tarde a Sara foi com o pai e o Manuel, o seu irmão, com um aninho.
-Os cães já chegaram, podes escolher Sara! -disse o homem do balcão da loja dos animais.
-Quero aquele, quero aquele papá! –gritou Sara.
E levaram o cãozinho para casa.
Sara pediu que o cão dormisse no seu quarto. E isso aconteceu.
-Olá Sara. –disse o cão.
-Quem é que disse isto, hã? –sussurrou Sara assustada.
-Fui eu, Sara, não te assustes, eu o teu cãozinho!
-Que cão tão fixe!

Joana Mestre