quarta-feira, 22 de junho de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
As provas de aferição
Eu nos dias das provas de aferição, pensava que iam ser muito difíceis,mas afinal até foram facéis. Eu gostei muito da prova de lingua portuguesa mas a de matemática até foi fácil.
Os professores eram bastante fiches. Eu e os meus colegas ficámos separados em 2 salas , a sala A e sala B.
Ficamos com os mesmos professores.
As Provas de Aferição foram duas fichas tão fáceis como as outras.
Eu gostei das professoras.
Eu adorei as provas.
Os professores eram bastante fiches. Eu e os meus colegas ficámos separados em 2 salas , a sala A e sala B.
Ficamos com os mesmos professores.
As Provas de Aferição foram duas fichas tão fáceis como as outras.
Eu gostei das professoras.
Eu adorei as provas.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
domingo, 8 de maio de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Trabalhando em arqueologia
sexta-feira, 15 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Primavera contra o crime
Era uma vez uma vila (Mértola). Em Mértola não havia guarda nacional republicana. E Mértola estava a ser sempre assaltada. Um dia estava a acontecer um assalto, e houve uma estação do ano que fez frente ao ladrão. Foi a Primavera. Sem o ladrão dar por nada, a Primavera fez crescer uma planta que muito depressa se transformou numa árvore. E o ladrão bateu com a cabeça na árvore. E a Primavera levou o ladrão que estava desmaiado para a prisão. A Primavera foi à Câmara Municipal para ficar com uma medalha por ter salvo Mértola. A Primavera tinha-se tornado uma polícia. Mas o tempo passou e ela ficou farta de ser polícia. Para se tornar numa vilã ela transformou Mértola numa árvore. E desde aí nunca mais se ouviu falar da Primavera. Dizem que a Primavera assombra esta vila (Mértola).
Rafael
quinta-feira, 7 de abril de 2011
A visita ao Monte do Vento
Eu e os alunos da minha sala fomos ao Monte do Vento no dia 10 de Março. Chegámos ao Monte do Vento e a primeira coisa que fizemos foi lanchar. Depois as duas senhoras apresentaram-se; uma chamava-se Andreia e outra chamava-se Ana Marta. Fomos lá para baixo, e fomos para uma estufa para fazermos duas atividades: plantámos por estacaria ervas aromáticas e por sementeira, uma bolota. No fim das atividades ficamos com tempo e fizemos um jogo, em que cheirávamos para descobrir qual era a planta. Vimos animais, e muitas plantas diferentes. Adorámos aquele dia. Mais ou menos às 12h30m fomos almoçar. Quando acabámos de almoçar fomos brincar e também fomos para umas casinhas, as casas de acampamento, onde contámos anedotas e adivinhas. Às 3h00m viemos embora de autocarro até à escola.
Catarina e Joana
sexta-feira, 25 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
Resposta a um comentário
No texto "Diz o avô" um anónimo perguntou por que razão a Joana Mestre é quem tem mais trabalhos no blogue. Posso dizer que tem sido uma preocupação minha colocar aqui trabalhos de todos os alunos. Não me parece que haja algum aluno que ainda não tenha aqui nada. Mesmo que não tenham trabalhos individuais deve haver trabalhos em que participaram. E se não há mais trabalhos individuais de alguns é porque não terminam os trabalhos ou fazem-nos com pouco cuidado. Vamos tentar melhorar e ser mais cuidadosos para que todos possam apresentar trabalhos individuais. Eu gostaria de ter muitos trabalhos bonitos de todos os alunos.
A professora
A professora
sexta-feira, 11 de março de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
DICIONÁRIO IMAGINÁRIO
Definições dos alunos para algumas palavrinhas:
Lua - guarda-costas da Terra, amarelo e redondo; uma luz no céu que lembra Amor; candeeiro que acende de noite mas não tem luz própria
Almofada - coisa muito difícil de deixar só; galinha depenada dentro dum pano
Onda - coisa radical destruidora; mini sunami; mar que está a dançar; monstro de água; é feita quando uma baleia salta
Pássaro - bola de pelo com um bico; borboleta com bico e patas
Televisor - coisa secante; objeto estranho
Lua - guarda-costas da Terra, amarelo e redondo; uma luz no céu que lembra Amor; candeeiro que acende de noite mas não tem luz própria
Almofada - coisa muito difícil de deixar só; galinha depenada dentro dum pano
Onda - coisa radical destruidora; mini sunami; mar que está a dançar; monstro de água; é feita quando uma baleia salta
Pássaro - bola de pelo com um bico; borboleta com bico e patas
Televisor - coisa secante; objeto estranho
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Amor
No Dia de S. Valentim construímos acrósticos com a palavra AMOR
A -acarinhar
M - mimos
O - olhar por alguém
R - receber beijos
Catarina Carvalho
A- arco aos corações
M - mandar prendas
O - orgulho pelas pessoas
R - respeitar as pessoas que gostamos
Miguel Quintos
A - amizade
M - mandar prendas
O - organizar um jantar
R - receber abraços
Miguel Ângelo
A - amor
M - mandar cartas de amor
O - oferecer coisas
R - receber abraços
Diogo Bento
A - amizade
M - Maria está muito feliz
O - o meu coração está feliz
R - rir de felicidade
Raquel
A -acarinhar
M - mimos
O - olhar por alguém
R - receber beijos
Catarina Carvalho
A- arco aos corações
M - mandar prendas
O - orgulho pelas pessoas
R - respeitar as pessoas que gostamos
Miguel Quintos
A - amizade
M - mandar prendas
O - organizar um jantar
R - receber abraços
Miguel Ângelo
A - amor
M - mandar cartas de amor
O - oferecer coisas
R - receber abraços
Diogo Bento
A - amizade
M - Maria está muito feliz
O - o meu coração está feliz
R - rir de felicidade
Raquel
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Que cão tão fixe!
Era uma vez uma menina chamada Sara.
A Sara era uma menina que tinha 6 anos. Era alta, com o cabelo castanho claro, os olhos azuis, não era gorda nem magra, inteligente, amiga, tímida, às vezes chata!
- Mãe quero um cãozinho! – disse a Sara
- Porquê Sara ? Porquê um cão?
-É que... mãe eu quero um cão especial, um cão diferente de todos os outros, um cão só para mim.
-Está bem .-disse a mãe da Sara.
Então lá foram à loja de animais, com a Sara, muito, muito excitada, e muito alegre.
-Ora muito bom dia, minhas senhoritas, o que querem? -disse o senhor da loja dos animais.
-Eu quero um cão muito especial! –disse Sara.
-Oh! Que pena já vendi todos, mas não fiques triste para a semana chegam mais e alguns são bebés.
-Ok. –disse a Sara , muito triste e desiludida.
Uma semana mais tarde a Sara foi com o pai e o Manuel, o seu irmão, com um aninho.
-Os cães já chegaram, podes escolher Sara! -disse o homem do balcão da loja dos animais.
-Quero aquele, quero aquele papá! –gritou Sara.
E levaram o cãozinho para casa.
Sara pediu que o cão dormisse no seu quarto. E isso aconteceu.
-Olá Sara. –disse o cão.
-Quem é que disse isto, hã? –sussurrou Sara assustada.
-Fui eu, Sara, não te assustes, eu o teu cãozinho!
-Que cão tão fixe!
Joana Mestre
A Sara era uma menina que tinha 6 anos. Era alta, com o cabelo castanho claro, os olhos azuis, não era gorda nem magra, inteligente, amiga, tímida, às vezes chata!
- Mãe quero um cãozinho! – disse a Sara
- Porquê Sara ? Porquê um cão?
-É que... mãe eu quero um cão especial, um cão diferente de todos os outros, um cão só para mim.
-Está bem .-disse a mãe da Sara.
Então lá foram à loja de animais, com a Sara, muito, muito excitada, e muito alegre.
-Ora muito bom dia, minhas senhoritas, o que querem? -disse o senhor da loja dos animais.
-Eu quero um cão muito especial! –disse Sara.
-Oh! Que pena já vendi todos, mas não fiques triste para a semana chegam mais e alguns são bebés.
-Ok. –disse a Sara , muito triste e desiludida.
Uma semana mais tarde a Sara foi com o pai e o Manuel, o seu irmão, com um aninho.
-Os cães já chegaram, podes escolher Sara! -disse o homem do balcão da loja dos animais.
-Quero aquele, quero aquele papá! –gritou Sara.
E levaram o cãozinho para casa.
Sara pediu que o cão dormisse no seu quarto. E isso aconteceu.
-Olá Sara. –disse o cão.
-Quem é que disse isto, hã? –sussurrou Sara assustada.
-Fui eu, Sara, não te assustes, eu o teu cãozinho!
-Que cão tão fixe!
Joana Mestre
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
O menino do campo
O Vítor é um menino da nossa sala que não gosta muito de ler, mas hoje inventou uma bonita estória que vamos partilhar convosco:
Um menino chamado Diogo B. andava a guardar as ovelhas com o seu pai. Só ia para casa à noite com o seu pai, chamado António.
No outro dia eles levantavam-se muito cedo para comer e ir logo guardar as ovelhas e viram uma galinha e fugiram.
Depois eles foram chamar um caçador e o caçador foi ver se a matava.
Ele viu a galinha e ficou com ela. A galinha punha sempre um ovo e de lá nasceu um tubarão. Depois puseram-no no aquário e ele cresceu e partiu o aquário. Eles fugiram com medo dele e foram para casa do Diogo B. e o tubarão comeu a galinha.
Eles foram chamar a guarda e fugiram todos e foram chamar um camião. Levaram o tubarão e foram guardar as ovelhas. Estava lá um ovo e de lá nasceu um lindo pintainho e ele, o Diogo B. ficou com o pintainho. As ovelhas ficaram muito contentes com o pintainho. Ele cresceu e ficou um galo e eles ficaram felizes para sempre.
Vítor
Um menino chamado Diogo B. andava a guardar as ovelhas com o seu pai. Só ia para casa à noite com o seu pai, chamado António.
No outro dia eles levantavam-se muito cedo para comer e ir logo guardar as ovelhas e viram uma galinha e fugiram.
Depois eles foram chamar um caçador e o caçador foi ver se a matava.
Ele viu a galinha e ficou com ela. A galinha punha sempre um ovo e de lá nasceu um tubarão. Depois puseram-no no aquário e ele cresceu e partiu o aquário. Eles fugiram com medo dele e foram para casa do Diogo B. e o tubarão comeu a galinha.
Eles foram chamar a guarda e fugiram todos e foram chamar um camião. Levaram o tubarão e foram guardar as ovelhas. Estava lá um ovo e de lá nasceu um lindo pintainho e ele, o Diogo B. ficou com o pintainho. As ovelhas ficaram muito contentes com o pintainho. Ele cresceu e ficou um galo e eles ficaram felizes para sempre.
Vítor
sábado, 15 de janeiro de 2011
As nossas experiências
Pusemos água a aquecer e criámos uma nuvem. Depois a nuvem deitou água, choveu na taça.
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